E |
m toda a cidade, em toda parte, o carnaval expandiu-se e carimbou sua marquinha, num colorido espontâneo, mesclado, improvisado em ritmo de festa.
E o carnaval de rua, patrocinado pela prefeita, foi entregue ao povo dentro dos parâmetros característicos da festa, cruzavam-se: som, dança, canto, apresentações das agremiações que por ali desfilaram exibindo a arte musical, corporal nas mais diversificadas manifestações e expressões.
Um tanto ousada, democrática, perfeitamente, conduzida sob forma de espetáculo para o deleito do povo. Evidentemente, concedeu-se equilíbrio democrático, ilustrando, oportunamente, a inclusão social. Pode-se dizer que cada um ocupou o seu lugar.
Assim resultou numa energia vital, consciente, verdadeira, normal. É o véu que está sendo rasgado propiciando, desta forma, a qualquer um remover a pedra que lhe obstrui o caminho.
Ah! E não para por aí não! O carnaval dos animais... É, a bicharada também foi incluída e já vinha inclusa na floresta livre é claro, cenograficamente, falando e olhando. Aves exóticas e nativas, até o morcego foi lembrado nesta ½ lá e cá, metamorfoseado de mamífero voador, metido a vampiro brasileiro, mas carnaval foge a regra, voa alto ou baixo.
Transcurso cumprido cada um volta ao estado e habitat normal, integralmente, até o próximo carnaval.
Nenhum comentário:
Postar um comentário