quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Síntese Carnavalesca

  E
m toda a cidade, em toda parte, o carnaval expandiu-se e carimbou sua marquinha, num colorido espontâneo, mesclado, improvisado em ritmo de festa.
          
            E o carnaval de rua, patrocinado pela prefeita, foi entregue ao povo dentro dos parâmetros característicos da festa, cruzavam-se: som, dança, canto, apresentações das agremiações que por ali desfilaram exibindo a arte musical, corporal nas mais diversificadas manifestações e expressões.
            Um tanto ousada, democrática, perfeitamente, conduzida sob forma de espetáculo para o deleito do povo.  Evidentemente, concedeu-se equilíbrio democrático, ilustrando, oportunamente, a inclusão social. Pode-se dizer que cada um ocupou o seu lugar.
            Assim resultou numa energia vital, consciente, verdadeira, normal. É o véu que está sendo rasgado propiciando, desta forma, a qualquer um remover a pedra que lhe obstrui o caminho.
            Ah! E não para por aí não! O carnaval dos animais... É, a bicharada também foi incluída e já vinha inclusa na floresta livre é claro, cenograficamente, falando e olhando. Aves exóticas e nativas, até o morcego foi lembrado nesta ½ lá e cá, metamorfoseado de mamífero voador, metido a vampiro brasileiro, mas carnaval foge a regra, voa alto ou baixo.
            Transcurso cumprido cada um volta ao estado e habitat normal, integralmente, até o próximo carnaval.

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