Está chegando o Natal e com ele o brilho, a magia, a mágica dos pisca-piscas, acessórios e luminárias diferenciadas. Em todo canto, nas árvores, janelas, sacadas e afins onde é cabível a decoração luminosa, eis aí uma festa para os olhos.
Visualizando os edifícios. Gente! Quanta variedade! Luzes, luzezinhas de todas as cores, do todo tipo, para todo gosto, freneticamente brilhando, ofuscando, num acende e apaga sem fim.
Têm pressa, andam realmente na velocidade da luz. Que velocidade! Os olhos acompanham? Pergunte a eles!
Dentro deste contexto fica evidenciado o gosto, a preferência de cada expositor das luzezinhas. Aqui, é aquela quantidade frenética ou simplesmente luzezinhas, luzezinhas quietas, decorativas, ornamentais. Ali, só presentes, quase paradas. Ali, outras multicoloridas, elétricas mesmo! Parecem dançar lambada ou outros ritmos dançantes de maiores movimentos. Acolá, um tipo discreto, mas vistoso também.
A personalidade do dono(a) do ponto de luz exposto é notório. É democracia do gosto que não é palatável, é desejável possuir.
Olhe as luzezinhas aí, gente! Chega mais! Vem!
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